Uma política de terra queimada


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Os trabalhadores da MoveAveiro não conseguem fazer sentar à mesa das negociações a sua Administração, que foge ao diálogo como o diabo foge da cruz!
Hoje em dia, nem os “patrões” mais retrógrados, têm um comportamento tão desastrado.
Hoje em dia, nem os “patrões” mais retrógrados, têm um comportamento tão desastrado.
Anda muita gente distraída, mas para mim, o primeiro responsável de toda aquela situação, é o Senhor Presidente da Câmara.
O Vereador Pedro Ferreira, administrador da Moveaveiro, não passa de um “testa de ferro” já que, o verdadeiro detentor político é, queiramos ou não, o Presidente da Câmara Municipal, Dr. Élio Maia que tem uma característica muito singular.
Com o seu ar bonacheirão, vai-se esquivando de tudo o que envolva compromissos ou responsabilidades.
É que ninguém o vê opinar, ou a assumir, seja o que for já que, erradamente, atira tudo para os ombros dos seus vereadores.
No caso da MoveAveiro, quem está na baila é o Vereador Pedro Ferreira que, em minha opinião, embora esforçado, não tem arcaboiço político nem profissional para tão complicadas funções.
O Vereador Pedro Ferreira, administrador da Moveaveiro, não passa de um “testa de ferro” já que, o verdadeiro detentor político é, queiramos ou não, o Presidente da Câmara Municipal, Dr. Élio Maia que tem uma característica muito singular.
Com o seu ar bonacheirão, vai-se esquivando de tudo o que envolva compromissos ou responsabilidades.
É que ninguém o vê opinar, ou a assumir, seja o que for já que, erradamente, atira tudo para os ombros dos seus vereadores.
No caso da MoveAveiro, quem está na baila é o Vereador Pedro Ferreira que, em minha opinião, embora esforçado, não tem arcaboiço político nem profissional para tão complicadas funções.
Posso estar enganado, mas o “desinteresse” demonstrado pela Câmara Municipal relativamente à MoveAveiro, vai levar esta E.M. à falência, projectando no desemprego dezenas e dezenas de trabalhadores.
A MoveAveiro, é uma empresa que, dadas as funções públicas que desempenha, não pode estar vocacionada para a obtenção de lucros. Mas isso, não é impeditivo que gestores capazes e competentes a façam trabalhar bem, racionalizando despesas, na procura do equilíbrio financeiro. Ora sabemos, que nesta E.M., isso não acontece, porque anda muita coisa ao Deus dará.
E assim, é certo e sabido que, mais tarde ou mais cedo, quem vai sofrer a penitência destes pecados vão ser os seus trabalhadores que, erradamente, não são ouvidos nem achados para coisíssima nenhuma, contrariando todas as normas de uma gestão moderna e eficaz.